Redes Sociais Aplicada no Desenvolvimento de Aplicações Web

Com a Internet cada vez mais presente na vida de todos, as redes sociais estão ganhando força (muita força). A influência de uma marca nas redes sociais já pode ser convertida em lucro e a grande maioria das empresas já perceberam isso. Essas redes têm sido alvo de muitas empresas para fidelizar e conquistar novos clientes através de ações geniais e muito criativas.

Assim como qualquer outra profissão, as coisas mudam. As tendências mudam. As metodologias mudam. As tecnologias mudam. Tudo muda. Inclusive os desejos e prioridades de nossos clientes. Atualmente as empresas querem estar cada vez mais presentes na vida de cada um de seus clientes. FacebookTwitterOrkutYouTube, etc.. está tudo muito comum e nós precisamos aprender a interagir com estas comunidades para poder dar possibilidade ao seu cliente e potencializar a possibilidade de conversão.

Se você não está familiarizado com o termo “conversão”, podemos dizer que conversão é quando você anuncia e este anúncio é clicado. Isso é chamado de conversão.

O motivo para eu estar aqui hoje, falando sobre redes sociais para vocês, é para dar um puxão de orelha nos profissionais que ainda não estão dando a mínima para este novo (nem tanto assim) conceito de interação. As redes sociais são mais um leque de aplicações que surgiram com a web 2.0. Neste boom, o conceito de interação foi explorado em uma escala muito maior. Junto com todas as inovações e as modificações na forma como interagimos com os sites e aplicativos web hoje, a web 2.0 trouxe o que chamamos hoje de redes sociais.

O meu foco com este post é evangelizar. É fazer com que após você ter lido este post você comece a criar já pensando na integração com as redes sociais. Não faz ideia de como?

Vou te dar algumas ideias:

  • Já pensou que nas notícias do seu site poderia ter a possibilidade dos usuários comentarem nas notícias e replicarem o seu comentário para o Twitter?
  • Os comentários estão protegidos por login? Use o usuário do Twitter do seu visitante para possibilitar mais uma alternativa de autenticação.
  • Upload de vídeos? Dê uma folga para o seu data storage e faça o upload direto para o YouTube e busque as informações através da API.
  • Quer fazer transmissão ao vivo para os seus visitantes? Utilize toda a interação que ferramentas como o Twitcam oferecem para você.
  • Crie aplicativos para Orkut, Facebook e Smarthphones. Os seus usuários poderão ter um nível de interação muito maior e a experiência deles será muito mais rica.
  • Dê a possibilidade do usuário divulgar suas notícias, fotos, albuns e vídeos através das redes sociais que eles participam.
  • Crie aplicações onde o seu usuário possa acompanhar as atualizações das suas redes sociais através da aplicação da sua empresa ou start-up.

Essa lista pode crescer muito ainda. O importante é você ter a criatividade e começar a incluir as redes sociais no planejamento do novo produto ou site da sua empresa ou cliente.

[]’s
Igor.

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Torne-se excelente.

Olá pessoal!

Sem muito tempo para postar. Me deparei com um link que estava perdido aqui no meio das minhas coisas que não entendo como não divulguei ele aqui para vocês. O texto é excelente. Fala muito sobre o nosso trabalho e sobre como podemos conduzir nossas vidas. Se você é um profissional ou quer se tornar um da área de Internet, você não pode deixar de ler o que vem a seguir:

By Klaus Wuestefeld

1) Torne-se excelente.

Seja realmente bom em alguma coisa. Não fique só choramingando ou
querendo progredir às custas dos outros. Não pense q pq vc sentou 4
anos numa faculdade ouvindo um professor falar sobre software q vc
sabe alguma coisa. Jogador de futebol não aprende a jogar bola tendo
aula. Ele pratica. Instrumentistas geniais nao aprendem a tocar tendo
aula. Eles praticam. Pratique. Chegue em casa depois do trabalho e da
aula e pratique. No final de semana, pratique.

Crie seu próprio virus, seu proprio jogo, seu proprio SO, seu proprio
gerenciador de janelas, seu proprio webserver, sua propria VM, qq
coisa. Varias coisas.

Nao precisa ser só programacao. Pode ser networking, vendas, etc. Só
precisa ser bom mesmo. Tenha paixão pela coisa.

As melhores praticas do mercado sao polinizadas primeiro nos projetos
de software livre. Aprenda com eles.

Discípulo, Viajante, Mestre: Primeiro seja um discipulo, tenha mestres
locais, aprenda alguma coisa com alguem realmente bom, qq estilo.
Depois viaje, encontre outros mestres e aprenda o estilo deles. Por
fim, tenha o seu estilo, tenha discípulos, seja um mestre.

Vou fazer o curso da Mary Poppendieck em SP semana q vem e qdo tiver o
curso de Scrumban do Alisson e do Rodrigo quero fazer tbem.

"Torne-se excelente" tbem pode ser chamado de "Melhoria Continua" ou "Learning".

2) Não seja deslumbrado.

Desenvolvimento de software é a mesma coisa há 60 anos: modelo
imperativo. Há 30 anos: orientação a objetos. Bancos de dados
relacionais: 30 anos. ("Web", por exemplo, não é uma tecnologia ou um
paradigma. É meramente um conjunto de restrições sobre como
desenvolver e distribuir seu software).

Não corra atras da ultima buzzword do mercado. Busque a essência, os
fundamentos.

Busque na wikipédia e grokke: determinismo, complexidade de algoritmos
"O()", problema de parada de turing. Pronto, pode largar a faculdade.
Falando sério.

Trabalhe com software livre. Não dê ouvidos a grandes empresas,
grandes instituições ou grandes nomes só pq são grandes.

Vc acha q vai aprender mais, ter mais networking e mais chance de
alocação no mercado trabalhando em par comigo no Sneer por um ano, 8h
por semana, ou passando 4 anos na faculdade, 20h por semana, pagando
sei la qto por mes?

Vc acha q vai aprender mais trabalhando em par com o Bamboo 6 meses na
linguagem boo e na engine do Unity ou fazendo um ano de pós em "a
buzzword da moda"?

"Nao seja deslumbrado" tbem é conhecido como "Coolness".

3) Mantenha-se Móvel.

Com a demanda q temos hoje no mercado, se vc é desenvolvedor de
software e n consegue negociar um contrato com uma empresa onde vc é
pago por hora e pode trabalhar qtas horas quiser com um minimo de meio
periodo, vc precisa rever a sua vida.

É melhor ter dois empregos de meio-periodo q um de periodo integral,
pq vc pode largar um deles a qq momento.

Vc nunca vai conseguir nada melhor se nao tiver tempo, se nao tiver
disponibilidade pra pegar algo melhor qdo aparecer.

Vc sustenta seus pais e 7 irmaos? Nao. Entao para de ser ganancioso e
medroso no curto prazo, para de pagar facu, mestrado, pós, MBA,
sei-la-o-q e vai aprender e empreender.

Trabalhe remoto. Não é o mais fácil, mas é perfeitamente possível.

Não fique reclamando q está trabalhando demais. Aumente seu preço e
trabalhe menos.

4) Emparceire-se Promiscuamente.

Participe de dojos, de congressos, de projetos de software livre.
Tenha amigos, colegas, conhecidos. Seja conhecido. Nao faça ruído em
seis  projetos e doze fóruns. Ajude de verdade em um ou dois projetos
de cada vez. Ao longo do tempo, vc terá ajudado em varios projetos,
trabalhado em varias empresas.

5) Mentalidade de Abundância.

Ajude seus amigos sem cobrar (a "camaradagem" do Vinícius). Dê
palestras gratuitas. Cursos gratuitos. Participe de projetos de
software livre.

Pare as vezes uma tarde pra receber um amigo seu e explicar seu
projeto. Vá visitar seus amigos nos projetos deles. Viaje com algum
amigo seu pra visitar um cliente dele, só pra conversar e fazer
companhia.

Vc tem um espaço onde dá cursos? É uma Aspercom, Caelum da vida? Chama
os brothers p dar curso. Porra, bola um modelo em q as pessoas podem
se inscrever para cursos variados, pagando um sinal, e mantém tipo uma
agenda pre-combinada: "Será numa terça e quinta a noite, avisadas com
duas semanas de antecedencia". Se rolar, beleza, se depois de meses
nao der quorum, devolve o sinal. Pode ser curso de Prevayler, de
Kanban, de Scrum, de Lean, de Comp Soberana, de Restfulie, de
Cucumber, de Rails, de Teste Automatizado Mega-Avançado, qq coisa.

Chame amigos seus pra dar curso em dupla com vc. Divida clientes.
Divida projetos, mesmo q nao precise de ajuda.

Dizia o pai de um brother meu de infância: "Tudo q custa dinheiro é barato."

6) Busque modelos de custo zero.

Trabalhe em coisas q tem custo administrativo/burocratico/manutencao
zero. Por menos ganho q tragam, depois de prontas, estarao tendo uma
relação custo/beneficio infinitamente vantajosa.

7) Ganhe notoriedade.

Faça coisas massa. Participe de projetos de software livre. Dê
palestras gratuitas. Promova eventos (dojos, debates, grupos de
usuarios, etc).

By Dairton Bassi:

8 - Não tenha medo!

Meta a cara. Arrisque empreender. Arrisque inovar. O que você tem a perder? 
No máximo um emprego, mas isso pode ser revertido facilmente em um mercado 
aquecido como o atual. O pior que pode acontecer é não dar certo. Mesmo assim 
você terá aprendido muito mais do que batendo cartão.
Saia da zona de conforto. Se o seu trabalho estiver fácil e sob controle, 
isso significa que ele não está mais agregando para a sua evolução técnica e pessoal. 

Não desperdice a chance de trocar de função se a nova oportunidade 
for mais desafiadora. Isso fará você crescer tecnicamente e o preparará 
para desafios maiores ainda. Conhecer pessoas novas é tão importante 
quanto manter-se em contato com código.

Não se detenha por insegurança ou pela sensação de despreparo. 
Como você acha que vai ganhar experiência em alguma coisa se sempre adiá-la?

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jGallery – A jQuery Plugin for Image Gallery’s

Olá Pessoal!

Mais um projeto pessoal. Com a oportunidade de um novo trabalho surgiu o jGallery. Um cliente me pediu um plugin parecido com o Lightbox, porém, ele queria que as fotos aparecessem logo abaixo, como uma galeria de fotos onde o usuário pudesse navegar entre as fotos sem sair da famosa “lightbox”. A partir desta necessidade surgiu o jGallery. Um plugin feito em jQuery para exibir de forma elegante uma galeria de fotos.

Características

  • Atalhos de teclado.
  • Se a imagem estourar a área útil do navegador a mesma é redimencionada de forma proporcional.
  • A galeria sempre se ajusta a sua resolução, inclusive a imagem (caso estoure a área útil).
  • Efeitos de transição.
  • Pre-loading de imagem.
  • Interface intuitiva e fácil de utilizar.
  • Compatibilidade com Internet Explorer, Chrome, Safari, Firefox e Opera (foi os que eu testei).

Código-Fonte

http://github.com/igorescobar/jGallery

Demo

http://igorescobar.com/projects/jGallery/

Sugestões

blog [at] igorescobar [dot] com

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Um pouco sobre certificações (W3C)

Ontem aconteceu a Conferência da W3C Brasil. Infelizmente não pude ir, mas acompanhei tudo pelo twitter através da hash tag #webbr2009.

Diversos assuntos foram discutidos neste dia, dentre eles o que mais me chamou a atenção foi a quantidade de opniões divergentes com relação ao ter ou não ter certificações para os profissionais que lidam com o desenvolvimento front-end todos os dias.

De todas as opniões que foram expressadas neste dia, se juntar tudo e fazer uma categorização das opiniões, vocês vão ver que tudo gira em torno da desilusão dos profissionais quanto a este assunto.

Vi muitas pessoas sendo contra a certificação, pelo fato de muitos ja terem comprovado e sentido na pele o grande interesse de algumas instituições – que prefiro não citar – em vender somente o papel e não o conhecimento.

Depois da discussão que tive com alguns amigos que trabalham na área pude ver que as pessoas não são desiludidas com A CERTIFICAÇÃO em si. Os profissionais estão desiludidos na maneira como ela é vendida e mantida pelas instituições e a forma como as empresas fazem a utilização desta certificação.

A certificação é vendida como se fosse um curso qualquer. Onde o candidato à certificação entra em uma salinha, responde umas perguntas e sai certificado. O que é uma demonstração CLARA de que as instituições não estão nem um pouco interessadas no nível do profissional que sai dali com este papel de baixo do braço e sim pelo dinheiro dos que acreditam que este papel vai mudar o seu mundo – o que tem uma pitada de verdade.

Vi também que muitos estavam “indignados” pelo fato das empresas utilizar tais certificações como filtro em um processo de seleção. Veja bem, eu também acho isso uma sacanagem mas não acho isso, o fim do mundo. A empresa tem um senso equivocado as vezes pensando que se eles ignorarem todos os que não tem certificação e entrevistar somente o que tem estarão fazendo um bom negócio pois os que não tem é lixo – na visão deles.

Mas por outro lado em grandes corporações este filtro serve puramente para agilizar o processo. Imagina uma empresa com uma fila de 3 mil candidatos a uma vaga. Eles iriam demorar 5 anos para entrevistar todo mundo da forma mais humana e minuciosa possível, mas infelizmente, eles acreditam que mesmo ignorando 2 mil sem certificações eles acreditam que pelo menos 10% destes mil que sobraram sejam bons profissionais.  Se pensarmos por este lado, é totalmente aceitável o filtro quando aplicado em uma situação como esta – mesmo sabendo que eles podem ter perdido os steve jobs pessoal deles. Steve Jobs não tem nível superior, imagina ele procurando emprego? milhares de empresas aplicando seus filtros em cima de uma mente brilhante, cool. 😉

A minha opinião sobre estas certificações é: Devemos sim ter certificações. Quanto mais o nosso ramo amadurecer neste sentido e ter instituições que comprovem e testem os profissionais que atuam neste meio é mais um passo que damos rumo a extinção dos sobrinhos. Quanto mais formal tornarmos o nosso ramo de trabalho, mais dificulta o acesso das empresas sérias a profissionais sem compromisso e consideração com o ramo e as pessoas que atuam nele. Tevemos sim ter certificações, talvez tenhamos que amadurecer melhor esta idéia e talvez não oferecermos uma certificação de HTML ou CSS mas sim de Padrões Web, quem sabe…

Se a forma como tudo é “vendido” mudar, estas certificações servirão como uma forma de valorizar o profissional que possui esta certificação. Tudo tende a agregar valor.

Este é um ótimo assunto e que diferente de só fornecer a certificação, devemos GARANTIR que o profissional que porta este selo é um profissional que no mínimo se importa com a gente, com a nossa luta e principalmente, com o cliente.

Meu amigo Chris também falou e apontou suas consideração sobre o debate, vale a pena dar uma lida também.

[]’s
Igor.

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As microempresas e a pseudo-vontade de aderir os padrões.

Acredito que a grande maioria de vocês, senão todos vocês, começaram de baixo, em uma empresa pequena, com poucos funcionários porém lutadora.

De todas as pequenas que trabalhei, lembro-me que a Web 2.0 era (e ainda é) utilizada como uma forma de atrair e conseguir clientes, era Web 2.0 aqui, Web 2.0 lá, os donos das empresas utilizavam o termo, mais nem sabiam ao certo, que ele queria dizer, eles só sabiam que isso estava atraindo a curiosidade dos clientes e eles depositavam as suas esperanças nessa tal de Web 2.0 (na época) a Web 2.0 já estava sendo muito bem falada, estruturada e aplicada por algumas grandes empresas que possuíam uma boa organização e principalmente maturidade.

Era mais ou menos igual aquela propaganda da escova de dentes com o limpador de línguas: – Quando crescer, vou querer ser como você.

Tudo bem, admirar não faz mal a ninguém, mas a maioria das empresas acabavam dando um passo maior que as pernas para poder logo sair contando para os clientes que podem desenvolver sistemas utilizando os conceitos que a Web 2.0 trazia.

A Mudança

Toda empresa esta familiarizada principalmente os lideres a desenvolver sites da forma tradicional, abrir um editor WYSIWYG (Ex: Dreamweaver) e sair criando tabelas, inserindo as imagens do layout, os textos etc, sem nem olhar o que esta sendo criado por trás. Este era o cenário a anos atrás.

São poucas as microempresas que possuem maturidade o suficiente para entender o passo que é começar a desenvolver utilizando conceitos da Web 2.0.

O cronograma aumenta, mais processos no ciclo de vida do projeto são acrescentados, pessoas precisam ser contratadas (dependendo do caso), documentação aumenta, o paradigma do desenvolvimento fica mais complexo e detalhado…tudo aumenta.

Toda essa adição de pessoas, processos e complexibilidade é consecutivamente convertida em mais despesas e mais tempo aplicado a um único projeto. As micros querem isso? na visão deles é Web 2.0 pra todos os lados na cabeça do cliente, e o melhor, sem adição no custo, e no prazo.

Quem apanha no final?

O coitado do programador que tem que fazer milagres em um curto intervalo de tempo, o coitado do cliente, que só queria o site dele prontinho em Web 2.0.
Mas quem toma o maior prejuízo no final, é a própria empresa que acaba tendo que gastar muito mais do que o vendido para o cliente, principalmente para correção de bugs e melhorias de processos que não ficou como o cliente esperava ou de acordo com a realidade da empresa.
Resultado: O Cliente fica insatisfeito, desiludido com essa tal de Web 2.0, nunca mais volta a ser cliente da empresa, fala mal de você para toda a direção da empresa e dependendo do desgaste até para a família.

A Web 2.0 trás conceitos inovadores que podem tornar uma pequena empresa, em uma grande empresa criadora de soluções e ideias. Mas toda essa força e os seus “benefícios” pode se virar contra a própria empresa e contra o seu próprio usuário, se a empresa não possui um processo sólido, com foco principalmente, no ciclo de vida de um projeto.

Para quem já trabalhou em uma pequena empresa, na época do boom empresarial em prol da Web 2.0, sabe o que eu estou falando.

Claro, que este cenário hoje já esta mudando muito, mas o velho ditado diz: Antes de melhorar, vai piorar…muito!

Tem empresas que aprendem na prática, outras aprendem na teoria para apanhar menos na prática ou caem naquilo que eu falei anteriormente, contratar mais pessoas!
Aplicar os conceitos da Web 2.0 nos seus projetos é uma questão de puro planejamento e estratégia se você entrar nessa só por entrar e ficar com um pé na web 2.0 e outro na 1.0 isso só vai fazer a sua empresa afundar e se comprometer cada dia mais com seus clientes.

Esta é uma visão minha, baseando-se em todas as pequenas empresas que eu trabalhei, se alguém possui um ponto de vista diferente e queira compartilhar, por favor, os comentários são abertos e muito bem aceitos.

Espero ter contribuído!
[]’s

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Web Standards vs. Projeto em dia

Principalmente nas micro-empresas este é um dilema muito comum e recorrente na cabeça dos pobres desenvolvedores.

Muitas vezes o fator web standards nem é um pré requisito no projeto, acontece que a grande maioria dos programadores que entendem a essência dos Web Standards, gostam e sabem, o motivo da utilização dos padrões no projeto.

O grande problema surge, quando o cliente pede algo “lunar” e nós, desenvolvedores temos que entrar no mundo highlander do cliente e desenvolver soluções a altura.

Acontece que, geralmente, soluções mirabolantes requerem implementações mirabolantes, consecutivamente, o nível de manipulação do documento XHTML por meio de Javascript é alto e muitas informações são expostas na marcação HTML, para que o JavaScript possa se guiar.

Tenho certeza que de todos os meus leitores, pelo menos um! vai se identificar com um caso parecido.

O grande pensamento vem a cabeça:

– O sistema não esta validando, e agora? eu só consigo implementar esta solução desta forma, não consegui pensar em outra forma de implementar, e fazer com que meu código consiga se guiar de maneira eficiente, para manipular este documento.

– Perco mais 1, ou 3 dias pensando em uma nova solução somente para implementar esta solução sob o plano B ou deixo este erro de validação passar e sigo em frente com o cronograma?

Caros amigos, não se desesperem. Já se foi o tempo onde os programadores eram neuróticos por validação.

Isso já cansou de ser dito: – Validar o seu código pela W3C nada mais é do que verificar se o seu código esta “gramaticalmente” escrita de maneira correta, ele estar validado não garante que o seu código será renderizado da mesma forma em outros navegadores.

E entramos no dilêma da guerra dos browsers. Você segue os padrões, mas o browser do seu cliente não, e ai? o que acontece depois ? …

Se você se preocupa com os padrões, ótimo!, Deve!

Colocar em risco o ciclo de vida do projeto por causa de um erro de validação não compensa para você nem para sua empresa, pode ter certeza que se você tiver somente este erro, o seu site/sistema não vai se comprometer ou deixar a desejar para o seu cliente.

Pense muito bem na hora de fazer esta decisão. Se você tem um código 100% validado, ótimo! se você tem próximo a 95% validado, ótimo também!

A grande sacada deste texto é mostrar pra vocês que foi se o tempo onde as pessoas eram loucas e fissuradas pelo validador da W3C. O validador deve ser somente ser usado como parâmetro para verificar a sintaxe do seu código XHTML, muitas coisas podem passar despercebido na correria do desenvolvimento, da mesma forma que muitas coisas podem ser corrigidas sem comprometer o andamento do projeto com a “ajuda” do validador.

Use o validador como uma ferramenta aliada e não como uma ferramenta inimiga.

O W3C é uma organização que documenta “recomendações” e não “obrigações”, existe as recomendações que são extremamente fundamentais para a renderização e comportamento correto em diferentes plataformas, porém, temos que ter um meio termo para tudo.

Links

Espero ter contribuído!
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A importância das tags

Quando queremos estudar sobre qualquer assunto, é muito importante pesquisar não só o assunto em si, mais também, grande parte dos assuntos que o cercam, este é um grande diferencial que se levado a sério pode se tornar uma grande característica.

Por quê devo estudar a semântica das tags?

Quando falamos de semântica não falamos de uma só coisa, existem várias técnicas de codificação e formatação de hiper-textos que só podem ser concluída com êxito se levado o conhecimento semântico das suas tags e propriedades a sério como o tableless por ex.

Imagine como seria a criação de um layout tableless, se existissem somente 15-20 tags HTML, sim! aquelas principais que é mais comum de se encontrar nos layouts.

Imagine quantos ids e classes diferentes teríamos que criar, para definir todo o padrão visual de um site, se todas as tags se resumissem em 10 ou 20 tags de marcação que muitos estão acostumados a utilizar.

Então…qual a importância de conhecer o valor semântico das tags? ou melhor, não só das tags que você conhece , mas procurar conhecer novas tags sua história de uso e aplicação.

Quem trabalha com a criação de sites à muito tempo, pode ver na prática a diferença quando se conhece um numero limitado de tags e um numero mais abrangente, são dois lados da moeda, levando em conta que o estudo semântico das tags, não era levado muito a sério pelos desenvolvedores na época em que tudo se resumia em tabelas.

A codificação do seu documento html/xhtml fica muito mais rápida e menos “melosa”, quem não acha um saco ter que ficar toda hora lembrando o nome “daquela” classe ou “aquele” id definido no css para que uma tag assuma uma característica visual?

Quando conhecemos um numero maior de tags, podemos deixar o nosso código muito mais ramificado/desmembrado e independente de outros recursos, sem falar na hora da manipulação do documento utilizando DOM, tudo fica muito mais fácil e prático, por que eu só preciso simplesmente, criar o conteúdo, formata-lo, livre de classes e ids e com um código CSS bem escrito, toda a sua formatação e forma é automaticamente assumida.

Para tudo existe uma razão!

Enfie insto na cabeça, para tudo existe uma razão, todas as tag que conhecemos, foram criadas por um motivo, para atender uma demanda, por isso devemos estuda-las para utilizarmos somente para o que ela for pré-destinada.

Aonde posso aprender mais sobre semântica?

Separei alguns links interessantes para você que se interessa sobre o assunto e ainda tem “aquela” preguiça de pesquisar mais sobre o assunto, é muito complicado colocar no papel todos os benefícios de se aderir esta “característica” que comentei no começo do texto, somente utilizando na prática para poder saber o quão transformador pode ser este habito.

Web Semântica é uma extensão da Web tradicional
http://www.bax.com.br/news/News_Item.2004-04-29.8261853316

As premissas da Web Semântica
http://outrolado.com.br/Artigos/as_premissas_da_web_semantica__

A Semântica é que manda
http://www.tableless.com.br/a-semantica-e-que-manda

Introdução à semântica web
http://revolucao.etc.br/archives/introducao-a-semantica-web/

Web Semântica
http://www.encontros-bibli.ufsc.br/Edicao_18/2_Web_Semantica.pdf

Semântica Web
http://revolucao.etc.br/archives/category/semantica-web/

A web Semântica
http://www.tableless.com.br/a-web-semantica

Podcast – Microformatos e Semântica
http://brunotorres.net/blogbits-podcast-8-microformatos-e-semantica

Site recomendado – Semântico
http://www.semantico.com.br/

Introdução à web semâtica
http://www.acordapraweb.com/acorda-uma-introducao-a-web-semantica/

Espero ter contribuído!
[]’s

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